10 de maio de 2016

Diana


O drama biográfico Diana (2013) é repleto de emoções e conflitos constantes. Também pudera, com um protagonista interessante que deixa a audiência querer saber sempre mais e mais, um filme só para a princesa de todos os corações é pouco. Uma mulher com dúvidas e sentimentos como qualquer mulher e isso é que torna Diana simplesmente mágica. Na narrativa, prestes a se divorcia de Charles, a princesa Diana (Naomi Watts) divide seu tempo entre a solidão da vida no palácio em que vive e os compromissos que possui com diversas entidades beneficentes. Um dia, ao saber que um amigo foi operado às pressas, ela vai até o hospital em que está internado e lá conhece o doutor Hasnat Khan (Naveen Andrews). Diana logo fica encantada pelo fato dele não a tratar como uma princesa, apesar de saber quem ela é. Não demora muito para que iniciem um relacionamento, mantido às escondidas devido ao desejo de Hasnat em ter uma vida reservada. Uma curiosidade: o cirurgião paquistanês Hasnat Khan é descrito no livro "As Crônicas de Diana", de Tina Brown, como o grande amor da vida da princesa Diana. Assista o trailer, assista o filme!



9 de maio de 2016

Espiritualidade: a nova era


Com uma linguagem fácil, clara e esclarecedora, Ana Dantas, autora do livro Espiritualidade: a nova era, levou mais de um ano e meio pesquisando e entrevistando as entidades espirituais da Casa de Oração João Caridoso-Eurípedes Barsanulfo, uma casa espiritualista que existe há mais de 40 anos em São Paulo e trabalha em prol da cura da humanidade. Foram mais de 26 horas de gravação de entrevistas, palestras e vigílias, entre os anos de 2012 e 2013. Mais de dois meses trabalhando nas transcrições das fitas e exatos dois meses escrevendo o livro ininterruptamente em sua primeira versão. Resultou nesta obra que conta a visão da espiritualidade para o mundo que está sendo transformado. Tudo o que você aprendeu sobre espiritualidade até hoje com certeza não é a visão do que os próprios espíritos têm a respeito desta doutrina, mas a ingênua e errônea interpretação do homem. Estamos entrando em uma Nova Era: a era da Espiritualidade. Essa é a grande mudança e evolução da humanidade neste século e acontecerá entre 2020 e 2050. O homem precisa se preparar para o que vem; caso contrário, ele está fadado ao seu próprio fracasso enquanto corpos fluídicos, astral, alma e evolução do seu próprio espírito enquanto vida eterna. Assim como aconteceu no mundo intermediário, a Terra passará por uma limpeza e, nesse momento, não haverá espaço para ficar em cima do muro. Ou a humanidade está com Deus, ou está sem Ele. E, somente assim, ela definirá o seu próprio futuro. O mal será exterminado e seres humanos deixarão de ser corpos fluídicos para se tornarem corpos astrais e poder viver eternamente na Terra. O joio será separado do trigo definitivamente. O livro Espiritualidade: a nova era é recheado de histórias que nos revela a cada instante o olhar de como a espiritualidade trabalha em prol da humanidade e, principalmente, de como devemos mudar nossos atos e atitudes diárias, sempre orando e vigiando para estabelecer uma conexão saudável com o que há de mais elevado, que é o encontro com Deus, Nosso Pai. Um livro para o leitor curioso que nos faz entender, através de uma linguagem acessível, a nova era que estamos entrando e o que fazer para passar por ela seguindo o verdadeiro caminho de Deus. Um livro elaborado para que qualquer médium possa absorver seu conteúdo e restabelecer sua verdadeira conexão com Deus, à medida que demonstra na prática e não na teoria como eles devem se comportar perante a sua missão e espiritualidade. O livro será vendido apenas pela Internet, através do portal de publicação de livros PerSe em duas versões: com capa cartão e com capa dura (edição especial). Além de ser médium da Casa de Oração João Caridoso-Eurípedes Barsanulfo, a autora é roteirista de cinema e TV, jornalista e publicitária de formação. Roteirizou e dirigiu o curta-metragem Red Shoes (2010), bem como roteirizou o telefilme Caju com Pizza (2014), vencedor do edital da TV Cultura. Autora do livro Teatro Baiano: 1990-2000 (2004) e dos infanto-juvenis Se Bia Falasse... (2013), Se Bia Pudesse Protestar... (2014) e Se Bia Fosse... (2015). Ana Dantas também é idealizadora da Rede Solidária Você Feliz, um grupo de amigos que se dedica a fazer e proliferar o bem nas redes sociais.



6 de maio de 2016

Little Big Man


A história de Little Big Man ou O pequeno grande homem (1970) é longa, mas repleta de reviravoltas. Há de se evidenciar que desde esta época, Dustin Hoffman já era uma revelação em autações excepcionais. Apesar de personagens interessantes em seus discursos claros, a narração/ uso de voice over tira o brilho de certas peculiaridades em algumas cenas, tornando-as óbvias demais. Na trama, Jack Crabb (Dustin Hoffman), de 121 anos, encontra um homem que gosta de ouvir histórias. A partir daí o velho relembra sua vida e conta por tudo que já passou, desde a infãncia. Quando pequeno foi capturado por índios e passou a viver com eles, virou pistoleiro, se casou com uma índia e depois assistiu ao assassinato dela por George Custer (Richard Mulligan), de quem virou guia. Duas curiosidades sobre a película: para conseguir o tom da voz rouca de um homem de 120 anos de idade, Dustin Hoffman sentou no seu camarim e gritou o mais alto que pôde durante uma hora. Incrivel tal dedicação! O papel do Chefe Old Lodge foi inicialmente oferecido a Marlon Brando, que recusou. Confira o trailer!



5 de maio de 2016

Madame Tutli-Putli


A animação francesa Madame Tutli-Putli (2007) tem uma história que prende a audiência do inicio ao fim. Com bela trilha sonora, a película conta com um leve toque de humor, suspense feito sob medida e perfeitas expressões faciais dos personagens. Na narrativa, Madame Tutli-Putli viaja em um trem noturno, sobrecarregada com todos os seus pertences. Viajando sozinha, ela compartilha sua cabine com estrangeiros de aparência por vezes duvidosas. Quando a noite cai, inicia-se uma aventura metafísica que a deixa desesperada onde a realidade se funde com o sonho. Assista o curta-metragem em animação, vale à pena!



4 de maio de 2016

A paixão de JL


Com uma linguagem audaciosa e inusitada, o documentário A paixão de JL (2015) nos faz refletir sobre um personagem que se desvela entre som e imagens de forma desafiadora. A película é um pouco longa, mas não tira o mérito da obra. O artista José Leonilson começou em 1990 a narrar em fitas cassetes um diário sobre a sua vida e os acontecimentos no Brasil e no mundo, como a queda do Muro de Berlim. À Princípio, sem intenções, os registros tomam outra urgência quando José descobre que é portador do HIV. O documentário também serve como crítica aos tabus e dogmas religiosos. A obra audiovisual não tem uma linguagem convencional e por isso nos instiga. Assista o trailer!

3 de maio de 2016

A Lei do Retorno


O livro A Lei do Retorno, de Melissa Gimenes Costa, pelo espírito de Zorram tem uma história interessante e de muitas reviravoltas. O drama é veloz e prende o leitor à história. Os diálogos são fracos, por vezes até óbvios demais. A mensagem final é linda. Na trama, Paulo é um anjo, não uma figura com asas, mas um ser de luz que tem a missão de ajudar pessoas. Assistindo a tudo o que se passa no mundo físico, ele sofre e se alegra como seus protegidos. A fascinante questão da redenção de culpas de vidas passadas e a compensação que devemos a certas criaturas por males que lhe causamos em outras vidas estão inseridas na Lei do Retorno, tema central deste romance repleto de ação. Vidas se entrelaçam, vidas se completam, vidas se separam: quem nunca passou por isso e teve uma estranha sensação de um reviver, de reexperienciar? Dentro do plano superior, imprevistos acontecem a todo momento e anjos também se vêem nesse emaranhado de acontecimentos envolvendo surpresas de um passado que parecia esquecido. E se emocionam, vivem, evoluem. Uma obra que mostra como encararmos a vida com elevação e leveza, utilizando-a como aprendizado incessante que nos renova e purifica, fazendo-nos mergulhar em sentimentos mais profundos.

2 de maio de 2016

A Beautiful Mind


Bem dirigido e com um roteiro conciso, que envolve e é bem estruturado, o filme A Beautiful Mind ou Uma mente brilhante (2001) conta também com uma bela interpretação de Russell Crowe e Jennifer Connelly. Os diálogos são assertivos. A direção de arte e o trabalho de maquiagem é dinâmico e traduz a realidade da época. Os efeitos especiais são sutis, eficazes e por isso funcionam na trama, já que com isso temos a história em si no primeiro plano. Não foi à toa que ganhou inúmeros prêmios, inclusive o Oscar de Melhor Filme. Na trama, John Nash (Russell Crowe) é um gênio da matemática que, aos 21 anos, formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel. Como curiosidade, Tom Cruise esteve cotado para interpretar John Nash. Assista o trailer!