13 de julho de 2018

Imaginary Friend


A trama da película "Imaginary Friend" ou "Amigo imaginário"(2012) é bem construída. Os dilemas são efetivos e entrelaçados. Lacey Chabert dá um show de interpretação. As reviravoltas são assertivas e instigantes. Na história, Emma é uma bela e talentosa artista. Seu marido, Brad, é um psiquiatra de renome. Eles têm o casamento perfeito de amor. Mas Emma está tendo alguns problemas psicológicos. Ela se voltou para Brittany, sua amiga de infância imaginária, que a ajudou a superar um trauma com seu pai. Brad, o marido amoroso, ajuda e consola, mas eles vão enfrentar dificuldades para superar esse momento.

12 de julho de 2018

I'm with Lucy


A película "I'm whith Lucy" ou "Os encontros de Lucy" (2002) tem uma história água com açúcar e, por vezes, cansativa. O roteiro é previsível, mas cumpre o objetivo proposto do gênero. Alguns personagens são chichês. Na narrativa, durante o último ano, Lucy (Monica Potter) teve encontros às cegas com cinco rapazes: Doug (John Hannah), Gabriel (Gael García Bernal), Bobby (Anthony LaPaglia), Barry (Henry Thomas) e Luke (David Boreanaz). Um deles está no altar esperando pela jovem quando ela resolve contar à melhor amiga os momentos que a levaram àquela situação.

11 de julho de 2018

Encontro com o cineasta Cristiano Burlan

Foto: Divulgação

No dia 20 de julho, às 16 horas, a Companhia de Teatro Heliópolis promove palestra sobre justiça com o cineasta Cristiano Burlan, autor do documentário "Mataram Meu Irmão". O evento, aberto ao público e com entrada franca, acontece na Casa de Teatro Maria José de Carvalho com mediação da jornalista e crítica teatral Maria Fernanda Vomero.

No encontro, o cineasta faz reflexões sobre os sentidos e sentimentos de justiça durante o processo de realização do filme Mataram Meu Irmão. Na pauta estão ainda os temas: Sensação de impunidade e desejo de justiçamento (ou vingança) e Repensar a justiça como exercício de imaginação política (e afetiva). Esta atividade integra as ações do projeto "Justiça - O que os Vereditos Não Revelam", contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, que resultará no próximo espetáculo do grupo.

Cristiano Burlan é diretor de cinema e teatro. Na década de 90 morou em Barcelona, onde dirigiu o grupo de cinema experimental Super-8. Em São Paulo, esteve à frente do grupo de teatro A Fúria. Sua filmografia soma mais de 15 títulos, entre ficções e documentários. É professor na Academia Internacional de Cinema, na Escola Superior de Artes Célia Helena e na Universidade do Estado do Amazonas. Entre seus filmes, destaque para: Mataram Meu Irmão (documentário vencedor do festival É Tudo Verdade 2013, do 40º Festival SESC de Melhores Filmes e do Prêmio do Governador do Estado de São Paulo), Hamlet (adaptação livre da peça de W. Shakespeare), Fome (premiado em diversos festivais, entre eles o Festival de Brasília, de Melhor Som e Prêmio Especial do Júri para o ator Jean-Claude Bernardet), Em Busca de Borges (ficção inspirada na obra de Jorge Luis Borges), Antes do Fim (longa com Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet) e Elegia de um Crime (documentário que encerra sua Trilogia do Luto).

"O projeto Justiça – O que os Vereditos Não Revelam" tem como objetivo investigar, ao longo de 15 meses, os sentidos e as representações de justiça, tendo por base a realidade dos integrantes da Companhia de Teatro Heliópolis como moradores da comunidade. Para tanto, buscam traçar paralelos e confrontações entre a justiça ditada pelo crime organizado local e a justiça tida como oficial, aquela praticada pelo sistema legal brasileiro. O processo de investigação e criação aborda também o estudo dos aspectos teatrais e performativos do exercício concreto da justiça, que são os elementos e as funções que compõem os rituais de julgamento: tribunal, júri, juiz, advogados, testemunhas, a própria lei etc.

A Casa de Teatro Maria José de Carvalho fica na Rua Silva Bueno, 1533 - São Paulo.

10 de julho de 2018

9ª edição do Festival de Férias

Foto:Marcelo Sarmento

A 9ª edição do Festival de Férias está recheada de espetáculos infantis, pensados para proporcionar a toda a família momentos de diversão e muito aprendizado. História, amizade, coragem, preservação da água e empatia são alguns dos temas abordados nas 7 produções que compõem a programação.
O objetivo é incentivar os pais a participarem do teatro com seus filhos, além de proporcionar cultura e entretenimento para as crianças em período de férias. Esta edição acontecerá até o dia 29 de julho e contará com uma promoção especial: com a compra de 01 ingresso inteiro para uma das peças, você paga meia na próxima.
"A procura da água"; "Cordel Fabuloso"; "Se essa rua fosse minha"; "O Circulo das Fábulas"; "Dois idiotas sentados cada qual em seu barril"; "Os três mosqueteiros" e "Joaninha douradinha" são alguns dos espetáculos que acontece no Teatro Viradalata  - Rua Apinajés, 1387. 

9 de julho de 2018

Na minha pele


Quando Lázaro Ramos fala de si em "Na minha pele", dando voz as suas experiências pessoais, o texto não só flui de forma divina como toca o leitor. Quando ele cita opiniões de outros ou dados estatísticos, mesmo dentro do contexto, nos remete a trabalho acadêmico. Sabemos que somos educados e aprendemos todo o tempo com o que nos cerca, contudo, quando as experiências são nossas há mais verdade de alma na fala e emoção compartilhada. O livro tem essas duas falas, mas vai de cada leitor, paginá-las como melhor lhe convier.

O autor contorna o leitor o tempo inteiro com indagações fortes sobre o tema. Não o branco,o negro ou o índio, mas toda uma sociedade que se permitiu errar por tanto tempo e, pior, continua errando. A escrita de Lázaro consegue ser forte e sensível, nos seduzindo ora com humor, ora com coragem ou dor, mas indubitavelmente com a verdade. 

Na narrativa, movido pelo desejo de viver num mundo em que a pluralidade cultural, racial, étnica e social seja vista como um valor positivo, e não uma ameaça, Lázaro Ramos divide com o leitor suas reflexões sobre temas como ações afirmativas, gênero, família, empoderamento, afetividade e discriminação. O autor compartilha episódios íntimos de sua vida e também suas dúvidas, descobertas e conquistas. Ao rejeitar qualquer tipo de segregação ou radicalismos, Lázaro nos fala da importância do diálogo. "Na minha pele" é sincero e revelador, além de propor uma mudança de conduta, nos convoca a ser mais vigilantes e atentos ao outro.

6 de julho de 2018

Get Low


Robert Duvall interpreta um personagem interessantíssimo no filme "Get Low" ou "Segredos de um funeral" (2010). A história é cativante e sensível. Os diálogos são bem trabalhados e a direção é assertiva. A película tem uma belíssima fotografia. O final é delicado e espetacular. Na narrativa, Felix Bush (Robert Duvall), o "Eremita do Condado de Caleb", tem orgulho de viver isolado e sozinho há décadas. Certo dia, ao perceber que a morte se aproxima, ele decide organizar um funeral para si mesmo ainda em vida. Interessado em conhecer as lendas que cercam sua figura, ele convida todos os vizinhos para uma grande festa.

4 de julho de 2018

The Flintstones in Viva Rock Vegas


A película "The Flintstones in Viva Rock Vegas" ou "Os Flintstones em Viva Rock Vegas" (2000) tem uma história simples e previsível, mas atende ao objetivo proposto. O encantamento está na criatividade da produção cinematográfica, seja pela caracterização, figurino ou locações. A adaptação da animação é assertiva. Na narrativa, a história volta no tempo até a época em que Fred Flintstone (Mark Addy) conhece e paquera a bela Wilma Slaghoople (Kristen Johnson). Junto com seu melhor amigo Barney Rubble (Stephen Baldwin) e sua futura noiva Betty (Jane Krakowski), Fred e Wilma partem num romântico fim-de-semana em Rock Vegas, o hotel mais badalado do continente.