I Spy ou Sou Espião (2002) tem um roteiro mediano, mas com uma trama bem estruturada do inicio ao final. Na história, quando o protótipo do mais sofisticado avião de ataque, o Switchblade, é roubado do governo dos Estados Unidos, não há dúvida que Arnold Gundars (Malcolm McDowell), um internacional traficante de armas, está envolvido. Como houveram altos saques em sua conta e nenhum depósito, isto significa que o avião ainda não foi vendido. Acontece que Gundars está em Budapeste, Hungria, onde Kelly Robinson (Eddie Murphy), o campeão mundial dos médios, porá seu título em jogo. Assim o presidente pede a Kelly que ajude seu país, com Alex Scott (Owen Wilson), um agente da BNS, se passando como secretário de Kelly. Como Arnold é fã de boxe, será bem fácil para Kelly estar em uma grande festa que acontecerá na véspera da luta, onde Alex crê que o avião seja vendido. Mas além dos problemas naturais numa missão desta natureza, Alex tem de controlar o egocêntrico Kelly, que quer fazer tudo da sua maneira, sem respeitar nenhuma norma. Baseado na série de TV "I Spy", exibido na década de 60 nos Estados Unidos, a película é a primeira feita em Hollywood em que as cenas mostrando a cidade de Budapeste foram realmente rodadas em Budapeste. Até o momento, a cidade referida era retratada através de cenários construídos em estúdio ou locais em outras cidades. Ponto para a realidade!
11 de fevereiro de 2014
10 de fevereiro de 2014
Sang d' Encre
A inspiração bloqueada na animação francesa Sang d' Encre ou no popular português Sangue de Tinta revela o poder de imaginação de uma simples tinta do tinteiro. Dança, formas inesperadas, surpresas em imagens que se constroem, numa história completamente provocada pela própria mente do escritor. Uma excelente ideia original para uma animação bem dirigida.
7 de fevereiro de 2014
Walk like a Woman
O titulo de Walk like a Woman já é engraçado. A voz da personagem lhe dá a personalidade necessária para compor a história de uma garota que procura os vizinhos desaparecidos e tem como sua melhor amiga uma bola. Divertido e inusitado!
6 de fevereiro de 2014
Eu Não Matei Carmem
Nos dias 15 e 16 de fevereiro, em Florianópolis, o diretor paulista Carlos Marroco, estreia em 2014 Eu
não Matei Carmen um texto de sua autoria, ainda inédito. O espetáculo apresenta uma nova
proposta de encenação, evidenciando a imaginação, o ponto de vista trocado, o
subconsciente, sempre mostrando as nuances do ser humano. Na história proposta quantas pessoas estão aí ao nosso lado pedindo socorro, que não
expressam ou expõem suas dores, depois adoecem, enlouquecem e podem até morrer. O outro, muitas vezes, dá sinais discretos, que nosso
egoísmo nos atrapalha enxergar, e quando percebemos já é tarde. Laura surtou. Não pôde dialogar. Passou a vida
engolindo traições, mentiras, e sempre mostrou em seu olho, quieto e triste,
sua dor. Agora é tarde, entrou num caminho sem volta e só lhe resta atravessar
a porta. A peça será encenada no Teatro da UBRO, na
Escadaria da Rua Pedro Soares nº 15 (atrás do colégio Bom Jesus).
5 de fevereiro de 2014
The Lonely Bachelor
A animação The Lonely Bachelor é muito bem dirigida e tem uma história simples, mas repleta de subtextos. Um primor!
4 de fevereiro de 2014
La Ragazza con la Valigia
O italiano/ francês La Ragazza con la Valigia ou A Moça com a Valise (1961) tem um bom roteiro com bons dilemas. É bem dirigido e trata-se de um clássico além de um dos melhores filmes do diretor Valério Zurlini. Com Claudia Cardinale, aliás, ela tem a essência do personagem: beleza, inocência e sensualidade. Na história, a bela e jovem mulher Aida Zepponi (Claudia Cardinale) se vê sozinha em Parma, após ser abandonada pelo amante, Marcello (Corrado Pani). Mesmo assim ela localiza o endereço dele. Marcello pede para Lorenzo (Jacques Perrin), seu irmão mais novo, que se livre dela, mas logo surge entre Aida e Lorenzo uma sólida amizad. Apesar dele ser mais novo, Lorenzo se apaixona por ela de tal maneira que faz tudo para agradá-la, inclusive lhe pagando coisas com um dinheiro que não é dele. Um belo filme, vale muito à pena assisti-lo.
3 de fevereiro de 2014
Estate Violenta
Estate Violenta ou Verão Violento (1959), de Valério Zurlini, tem uma direção morosa, interpretações por vezes teatrais (bem típico da época) e trata-se de uma obra intimista. Nota-se a preocupação das diferenças das classes sociais dentro do desamparo e realizações afetivas em um contexto de II Guerra Mundial. Na história, na Itália em pleno verão de 1943, jovens ricos e desocupados passam os dias na praia, sem se preocuparem com a turbulência política do país, que assiste aos últimos momentos do regime fascista de Benito Mussolini. Nesse cenário, um desses jovens, Carlo, apaixona-se por Roberta, uma mulher mais velha que perdeu o marido na guerra. Começa um tórrido romance entre eles enquanto a Itália muda para sempre.
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