22 de março de 2012

Macy Gray

Na canção I Try, um clássico para a cantora  Macy Gray, a artista forjou sua própria visão, criando músicas que saltam as barreiras de gênero da alma experimental de rock alternativo, do retro-disco e hip-hop. Com sua voz meio rouca, meio suave (se é que posso traduzir esse timbre), Gray abocanhou dois Grammy, dois prêmios da MTV e mais de 15 milhões de unidades vendidas de CD. Neste clip, não deixem de notar a bela fotografia.



No lançamento de seu sexto e último álbum, Gray diz que o material que ela escolheu para reinterpretar é largamente extraída músicas de rock feitas durante a última década. Abaixo o release do albúm. Impossível não perceber a marcante personalidade da artista. E, claro, uma voz deliciosa de ouvir. Quer conferir?

21 de março de 2012

Heavenly Appeals

No curta Heavenly Appeals, depois de muitos milênios sendo torturado no inferno, Raymond K. Hessle finalmente ganha uma chance de recorrer da sentença de condenação eterna. Mas ele não contava que na porta do Céu, ele é saudado por anjo que vai presidir o seu caso. A inversão de papéis e como foram construídos os personagens pode ser óbvio num primeiro momento, mas temos que concordar que está bem costurado.


20 de março de 2012

A Fábula da Corrupção

Muito bem feito o curta A Fábula da Corrupção: boa construção de personagens e história e conflitos crescentes no decorrer da mesma. O final poderia ser menos óbvio e mais surpreendente. O design é bem feito e de bom gosto. Na história as artemanhas de um ratão, um gato e um cachorro. Cada um mais metido a esperto do que o outro. O texto do narrador é fabuloso. O tema é bem propício para o ano 2012. Confira!

19 de março de 2012

Dicionário Baianês



Se você ainda não sabe o que é "culhuda" ou "nigrinhagem" significa que nunca foi à Bahia. Mas se um dia ouvir, em qualquer canto do mundo uma conversa do tipo:
- Rumbora tomá uma?
- Véi... pô, é qui tô sem um puto.
- Deixi de viagem, véi. Eu pago.
- Oxe! Tá barão é?
Tenha certeza: são dois baianos conversando. Para saber a tradução do diálogo, o melhor guia é o Dicionário de Baianês que já vendeu mais de 140 mil exemplares. Ele foi escrito por Nivaldo Lariú e ilustrado por Nilson Lage. O dicionário ilustra o modo de falar do baiano em sua intimidade mais popular. Vale à pena ler!

16 de março de 2012

Skhizein

A animação francesa Skhizein (2008), vencedora de vários prêmios internacionais dentre os quais o Prêmio de Curta-metragam de Cannes em 2008 e o Prêmio de Melhor Roteiro no Festival Anima Mundi de 2009, é uma graça. Tem poesia e sub-texto maravilhosos nos diálogos. Uma filosofia e viagem dentro de cada ser humano, mas especialmente de Henry. Na história, depois de ser atingido por um meteorito de 150 toneladas, Henry precisa se adaptar a viver a exatamente 91 cm de seu próprio corpo.

15 de março de 2012

Jussara Silveira


A dica para o final de semana é assistir ao show da cantora Jussara Silveira, nata da voz baiana, no Sesc Vila Mariana. Uma voz belíssima, uma interpretação de palco única e, claro, uma música doce e inteligente. Neste show, ela estará acompanhada do percussionista Marcelo Costa e do pianista Danilo Andrade e nele terá a seleção de repertório de seus dois novos discos: Ame ou se mande e Flor bailarina. Nesta formação musical, o acompanhamento do violão foi substituído pela combinação de piano e percussão. No disco, a presença do pianista Sacha Amback e do percussionista Marcelo Costa. A novidade é que no repertório do show veremos e ouviremos  a versão brasileira de Love or leave me, da dupla norte-americana Khan/Donaldson (imortalizada na voz de Billie Holiday). A cantora também interpretará as músicas de Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, André Carvalho e Qinho. Tem uma composição inédita de José Miguel Wisnik. Quer mais? Só indo pra ver. Posso garantir que vale à pena ir! Ela se apresentará nos dias 17 e 18 próximos no Sesc Vila Mariana. Vejo vocês por lá!

14 de março de 2012

Uptown Girls

A comédia americana Uptown Girls ou Grande Menina, Pequena Mulher (2002) é muito rasa apesar do titulo extraordinário e convidativo. Com muito custo o espectador consegue rir. Os personagens tão dispares enquanto personalidades são mal trabalhados. A idéia não é original e parece que já se viu o mesmo roteiro em vários outros filmes. Para não dizer que tudo é ruim, a única coisa que se salva é a boa interpretação da atriz mirim Dakota Fanning e no final emociona um pouco, bem pouco mesmo, mas emociona. Na trama, Molly (Brittany Murphy) é uma jovem mimada que vive da fortuna deixada por seu pai, um astro do rock já falecido. Após ter toda sua herança roubada pelo seu contador, ela é obrigada a deixar as regalias de lado e procurar emprego. Molly começa então a trabalhar como babá de Ray (Dakota Fanning), uma precoce garota de 8 anos com quem passa a aprender muito sobre a vida.