20 de janeiro de 2012

Family Man

A comédia americana Family Man ou Um Homem de Família (2000) tem bons dilemas, diálogos infantis que encantam, uma boa atuação de Nicolas Cage e, claro, uma direção sensível. Na trama, Jack Campbell (Nicolas Cage) um investidor entediado com sua longa vida de solteiro. Um belo dia, ele acorda e começa a imaginar como teria sido sua vida se tivesse se casado com Kate (Téa Leoni), sua namorada nos tempos de colégio. Até que, repentinamente, Jack acorda e se vê um feliz marido, casado com Kate, pai de duas crianças e levando uma tranquila vida no subúrbio. Boa pedida para o final de semana!

19 de janeiro de 2012

Ormie Le Cochon

Esta deliciosa animação de Rob Silvestri veio do Canadá. Particularmente eu adoro porcos enquanto personagens, pois mesmo dado a sua natureza imunda, nós, enquanto telespectadores, nos apaixonamos perdidamente por eles e principalmente pelas suas inúmeras qualidades. E com Ormie Le Cochon não é diferente. A película inteira o espectador tem um sorriso irônico no rosto dada a situação tão simples e, ao mesmo tempo, complicada. Os conflitos são crescentes, mas a criatividade de resolvê-los são insuperáveis. Espero que gostem, pois esta película foi vencedora como Melhor Curta Infantil no Festival Anima Mundi - Júri Popular de São Paulo no ano de 2011.

 

18 de janeiro de 2012

The Siege

No filme The Siege (1998) ou Nova Iorque Sitiada tem tensão e suspense na medida certa para o gênero que se propõe. Os conflitos são coerentes e vemos claramente uma excelente estrutura do roteiro. A direção é boa, nada espetacular, mas as atuações de Denzel Washington e Bruce Willis são, no mínimo, marcantes. Na história,  o agente oficial do FBI (Denzel Washington), oficial da CIA (Annette Bening) e general (Bruce Willis) unem forças para capturar o perigoso grupo de terroristas que plantam bombas em diversos lugares de Nova York, levando a cidade ao caos. Foi bom rever!

17 de janeiro de 2012

Encontro às Cegas


A escritora argentina Carolina Aguirre tem um texto delicioso e descomprometido no seu livro Encontro às Cegas. O texto flui através de uma irnonia deliciosa e verdades que encantam. O olhar feminino e desesperador, nos retrata uma angustia de toda solteirona balzaquiana. Ela é sincera e o leitor ri com certas verdades que não deveriam ser publicadas, pois pertencem aos pensamentos femininos. Contudo, advirto que qualquer homem inteligente, deveria ler este livro para aprender como o "bicho" mulher é tão confuso e irracional quando o assunto em questão é o amor. Tenho que confessar que ao ler a orelha do livro fui pega pela escrita. Nela dizia que "durante um tranquilo encontro familiar, Irina anuncia que vai se casar. O que começa com um festejo se transforma em amargura quando Lúcia escuta, sem querer, a aposta que sua mãe faz com Irina: 'Lúcia vai ao casamento sozinha, gorda e vestida de preto. E mais, se ela levar um namorado, eu pago a festa toda. Mas não valem amigos, colegas de trabalho ou acompanhantes de favor. Tem que ser um namorado de verdade!'." O final do livro é algo à parte. O leitor nota que as páginas tem o seu fim pronunciado, não acredita que lê aquilo (afinal não é aquilo que ninguém quer que aconteça com a personagem), mas na última linha, com uma sutileza incomun, ela revela o verdadeiro destino de uma cômica, porém verdadeira, personagem dos dias atuais. É um livro repleto de buscas com situações inacreditáveis, reais, emocionantes, cruéis e divertidas.

16 de janeiro de 2012

Eu Te Amo

Com o texto de Arnaldo Jabor, a peça Eu Te Amo traz uma direção inventiva e bem feita, principalmente ao que tange a presença corporal dos atores. Estes, então, são maravilhosos. Juliana Martins e Alexandre Borges parecem ser feitos um para o outro na atuação dos seus personagens e estão em perfeita sintonia com todo o trabalho. Minha expectativa com o texto era muito mais do que se apresentou, esperava mais com certeza em se tratando de Arnaldo Jabor, mas os diálogos irônicos são relevantes no trabalho dele e, neste texto, vem de forma convincente. Na trama, numa produtora cinematográfica, um cineasta de meia-idade recebe a visita de uma jovem garota de programa. E o que poderia se resumir a um breve encontro, converte-se em uma espécie de jogo. E, neste jogo, obivamente, as máscaras caem. A peça está em cartaz no Teatro Folha, em São Paulo e tem a direção de Rosane Svartman e Lírio Ferreira.  

Marcy Grosso

A artista plástica cubana Marcy Grosso é o que podemos chamar de uma perfeita neo-impressionista onde incorpora a tradicional cultura cubana com o moderno dinamismo americano. Sutilmente influenciada por mestres impressionistas como Paul Cézanne e Vincent Van Gogh, Grosso se deixa fluir em criatividade sem quaisquer restrições. Seu trabalho tem curvas em demasia e uma riqueza de personalidade extremamente marcante. Na tela What's On My Mind? ela nos traz à tona a combinaçao de um bom café (indispensável para os cubanos), amor e praia.


Como o amor está presente em quase tudo o que pinta, em Koi Love e Amor Eterno (que fazem parte de uma edição limitada da artísta) Grosso traduz situações e personagens diferentes para um tema verdadeiramente universal.




A perfeição da combinação das cores é algo feito com muito talento. Abaixo a obra entitulada Sultry. Uma sensualidade escancarada.


13 de janeiro de 2012

Sexta-Feira 13

Na animação entitulada Sexta-Feira 13, uma péssima homenagem ao tão superticioso e famoso dia de azar. Só que neste caso, o azar ocorre na vida do mano Borréba. Com péssimos diálogos, história fraca e sem nenhum propósito, o curta tem em sua essência um lado politicamente incorreto sem mostrar para o que veio. Simplesmente terrível!