18 de março de 2021

Filó Machado

Foto: Dan Agostini

Dando início às comemorações de seus 60 anos de carreira, no mesmo ano em que festeja 70 anos de vida, Filó Machado apresenta temporada de show autoral inédito, transmitido pela sua página no Facebook - @filomachadomusico.

 

O espetáculo Filó Machado Sexteto - 60/70, que foi gravado em estúdio, estreia no dia 18 de março, às 22h, e segue com exibições nos dias: 20, 26, 28 de março (sábado, às 21h; sexta, às 22h; domingo, às 20h), 3 e 10 de abril (sábados, às 21h).

 

No palco, Felipe Machado (violão, voz), Fábio Leandro (piano), JP Barbosa (sax, flauta), Sergio Machado (bateria), Rubem Farias (contrabaixo) e o próprio Filó que canta, toca violão e assina a direção musical.

 

Filó Machado é reconhecido não só pelo virtuosismo como multi-instrumentista ou pela originalidade e criatividade nas composições; sua interpretação encanta pelo timbre personalíssimo e pela força de seu canto. O roteiro ilustra sua rica e longa trajetória de parcerias em paralelo à sua busca pela originalidade: acordes inspirados no que aprisiona e na liberdade despretensiosa, usando as linhas melódicas como elementos de ligação entre as perspectivas e as influências recebidas.

 

Segundo Filó Machado, a concepção do show parte de seu legado artístico e emocional, de sua essência, percorrendo seis décadas de imersão na música - em atitudes, gestos, memórias, referências, visões da infância e voltas pelo mundo. Filó Machado Sexteto - 60/70 é uma viagem que promete emocionar o público pelos acordes, pelas melodias e pelas canções.

 

No roteiro da apresentação estão parcerias com Sérgio Ricardo (“Por Onde Andávamos”), Aldir Blanc (“Carmens e Consuelos”), Jorge Neto e Djavan (“Jogral”), Cacaso (“Amar a Maria”), Fátima Guedes (“Blue Note”), Michel Legrand (“Je Viens te Dire la Verite”) e Judith de Souza (“O Polvo” e “Diamante Negro”). Completando o repertório, as composições “Marco Zero”, “L'habitant du Ciel”, “Iara-Iuri”, “Campagne de Dedè”, “Forró na Vovó”, “Plano de Vôo”, “Improvisation” e “Tarde de Novembro”.

17 de março de 2021

AnDanças

 

Foto: Milena Filó

Show inédito da banda Comoceânica, “AnDanças” faz sete apresentações online de 17 a 21 de março pelo canal do Youtube do grupo e, simultaneamente, nos canais dos parceiros Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato, Biblioteca Hans Christian Andersen, Teatro João Caetano, Teatro Alfredo Mesquita e Biblioteca Pública Municipal Prof. Nelson Foot. A banda se prepara, ainda, para lançar nos próximos meses um espetáculo musical e um novo EP.

A Cosmoceânica é uma banda cênica com obras artísticas voltadas principalmente para a primeira infância. Neste enredo musical, Maria completa 1 ano de idade e começa a andar. Um dos primeiros grandes desafios do ser humano é aprender a andar. Depois do esforço imenso para o primeiro passo, vem o desejo de conquistar a casa, as ruas, os lugares, cidades, países, luas, planetas e galáxias! O ritmo é latino inspirado na Cumbia, muito dançante e divertido. 


Entre as canções, são performados textos narrativos e diálogos lúdicos que conduzem o show de forma fluida e instigante. Neste show os integrantes da Cosmoceânica – Milena Filó, Fabrício Zava, Fábio Supérbi e Daniel Martire - contam com a presença de 3 artistas convidados: a musicista e cantora Kika, o músico antropocósmico Pipo Pegoraro e o baterista Lenis Rino.

16 de março de 2021

Ricardo Vignini

Foto: Divulgação

O violeiro, compositor e produtor musical Ricardo Vignini celebra seus trinta anos de carreira, com 6 lives do Projeto Reviola. No dia 20 de março de 2020 ele lançaria seu álbum Reviola no Sesc 24 de Maio, seu 19º álbum de carreira.


Desde então Ricardo Vignini lançou em junho de 2020 o álbum Sessões Elétricas Para Um Novo Tempo, gravado com Fernando Nunes no baixo e Ricardo Berti na bateria no dia 27 de novembro de 2019 e ainda em breve será lançado também um documentário sobre essa gravação. Ricardo não parou de produzir, e em dezembro de 2020 lançou mais um álbum, o Cubo.

 

O Projeto Reviola com estreia marcada para dia 20 de março de 2021, aniversário de um ano da data que aconteceria o lançamento do álbum, contará com a maior parte dos músicos que fariam parte do show presencial.

 

As lives serão um apanhado das músicas do violeiro Ricardo Vignini no seu canal www.youtube.com/ricardovignini  sempre às 18 horas, os espetáculos contam com Ricardo Vignini na viola, Fernando Nunes no baixo e a bateria de Ricardo Berti, e a cada fim de semana (sábado e domingo) o violeiro recebe músicos como Adriana Farias e Alzira E (20 e 21 de março), Socorro Lira e Uli (27 e 28 de março) e fechando as lives Zé Geraldo e Tuia (3 e 4 de abril).

15 de março de 2021

Experimento Sem_ Título


Foto: Divulgação

O Coletivo Labirinto tem apostado em encontros virtuais com o público com o objetivo de tatear esse novo território e entender quais paralelos podem ser estabelecidos com o que já está construído. 

Assim surge o Experimento Sem_ Título, espetáculo cênico-virtual que estreia no dia 19 de março e cumpre temporada de 06 apresentações gratuitas.  

O espetáculo instaura uma ponte entre os temas, conflitos e necessidades observadas hoje e o material dramatúrgico do primeiro espetáculo de sua trajetória, Sem_ Título, do argentino Ariel Farace, que estreou em 2014. 

Trata-se de um retrato sobre o confinamento e isolamento dos indivíduos nos grandes centros urbanos latinos, em relações cada vez mais midiatizadas e mediadas pelas plataformas virtuais. O espetáculo apresenta questionamentos sobre a possibilidade ou não de nos afetarmos pelo outro numa sociedade cada vez mais enclausurada em seus apartamentos e solitária em seus percursos individuais. 

“Ao longo dos meses de quarentena, nos pareceu instigante olhar novamente para o nosso primeiro espetáculo, para o lugar exato em que começamos, para que pudéssemos nos (re)entender dentro de um momento tão difícil. O último ano não foi nada simples. Foi um período de privação e de sofrimento para a maior parte das pessoas. A obra de Ariel Farace fala sobre o tempo e a natureza das coisas, sobre o entendimento humano do que pode ser o afeto, o amor e a morte. E tudo isso com simplicidade. Queremos abrir diálogo com esse momento e com o público através desses pontos”, diz o diretor Wallyson Mota e avança:

Não se trata de uma gravação ou de uma exibição online do espetáculo teatral original de 2014, mas de um experimento ao vivo inteiramente novo e pensado a partir das possibilidades estéticas e de construção de linguagem que o modo de vida observado nesses meses de pandemia oferece. O público estará em contato direto com o elenco, com suas memórias, com a dramaturgia do Ariel e com outras referências artísticas que têm alimentado nossos sonhos e almas para atravessarmos esse momento histórico. Queremos recuperar um estado de presença, tão vivo no teatro, para que ele nos dê fôlego, nos aqueça, nos coloque em sobrevida.”

Temporada: de 19, 20 e 21 de março de 2021 às 18h00. E, também, 22, 23 e 24 de março de 2021 às 20h00. Link de acesso: https://linktr.ee/experimentosemtitulo. Grátis.

12 de março de 2021

Cárcere - Aprisionamento em Massa e Seus Desdobramentos

 

Foto: Divulgação

Cárcere - Aprisionamento em Massa e Seus Desdobramentos é o novo projeto da Companhia de Teatro Heliópolis, elaborado para comemorar os 20 anos que o grupo completou em 2020. Como parte das atividades de pesquisa, que resultará na montagem de um espetáculo com estreia prevista para o início do próximo ano, a companhia realiza quatro rodas de conversa online, tendo um palestrante convidado a cada evento.

 

Os encontros acontecem às sextas-feiras do mês de março, às 19 horas, pela plataforma Google Meet com mediação da jornalista e crítica teatral Maria Fernanda Vomero e participação dos integrantes da Companhia de Teatro Heliópolis. Os interessados em participar devem se inscrever aqui.  

 

Os próximos encontros são com: Salloma Salomão (12/3), compositor, educador, ator, dramaturgo e doutor em história; Roberto da Silva (19/3), pedagogo e doutor em educação e livre docente em pedagogia social; e Preta Ferreira (26/3), multiartista, abolicionista penal, ativista do Movimento Sem Teto do Centro.

 

O projeto Cárcere tem por objetivo investigar, ao longo de 16 meses, a indústria do cárcere, refletindo sobre sua serventia e sobre os interesses a ela relacionados, bem como lançar um olhar próximo e específico para o tema em busca de compreender como a dinâmica carcerária afeta os moradores de Heliópolis e a sociedade como um todo. A pesquisa aprofunda-se nas questões dos encarcerados em prisões brasileiras, passando pelo contexto de violência e estigmas sociais a que são submetidos os indivíduos que sobrevivem ao sistema e conquistam a liberdade. Investiga também como o próprio sistema judiciário influencia no perfil da população carcerária ajudando a perpetuar a força do poder paralelo, experiência vivida cotidianamente pelos integrantes do grupo, já que residem em Heliópolis. 

11 de março de 2021

Feira de Artes e Antiguidades de Paranapiacaba

Foto: Billy Albuquerque

Neste momento, a Feira de Artes e Antiguidades de Paranapiacaba será virtual de 12 de março à 30 de abril. Além das atividades de expositores da feira, acontecerão outras apresentações como musicais, teatro, circo, literatura, artes visuais, oficinas e contação de histórias. Muitos artistas puderam ser contemplados e ajudados nesse período de pandemia impulsionando a cultura e as artes. A produção executiva e a curadoria são de Anita Carvalho e Leonete Accetto e a proponente do projeto é a empresa Ba Rocco Produções. Assista o teaser da feita!


10 de março de 2021

Os Fins do Sono

 

Foto: Francisco Turbiani

As críticas à sociedade capitalista propostas pelo polêmico livro “24/7: Capitalismo tardio e os fins do sono” (2013), do ensaísta norte-americano Jonathan Crary, são o ponto de partida da peça online “Os Fins do Sono” que estreia no dia 19 de março via ZOOM.  As apresentações são gratuitas (retire o ingresso pelo Sympla) e acontecem às sextas, aos sábados e aos domingos, às 20h, até 9 de abril

A obra de Crary sugere que o contexto social e econômico no qual vivemos nos impulsiona em direção a uma rotina de produção ininterrupta, na qual o expediente de trabalho dura 24 horas por dia e 7 dias por semana. Dentro dessa perspectiva, o período de sono se apresenta como o último espaço “não-comercializável” de nosso cotidiano. 

A dramaturgia da peça parte dessa crítica para imaginar uma realidade distópica, na qual uma cadeia de satélites em fase experimental passa a refletir a luz solar ininterruptamente sobre uma cidade grande, instaurando o fim da noite. Essa tentativa de aumentar a produtividade fez com que as pessoas passassem a trabalhar 24h por dia confinadas em suas casas por meio de uma videochamada eterna.