20 de julho de 2015

Partly Cloudy


A animação Partly Cloudy tem uma ideia original bem criativa e uma história divertida e engraçada. O final é bem resolvido. Na trama, a relação de uma nuvem negra com a sua cegonha. Uma graça, assista!

17 de julho de 2015

O livro "Se Bia fosse..." será lançado na próxima semana

Lembram da gata Bia? Pois é, agora ela, ao que tudo indica, veio pra ficar. A partir do dia 20 de julho será lançado o terceiro livro da trilogia da gata Bia pelo Clube de Autores. O nome da obra chama-se “Se Bia fosse...” e foi escrito pela escritora e roteirista Ana Dantas. Nessa ficção, a narradora Vitória nasce e, ao que tudo indica, Bia começa a dar sinais de ciúmes pela vinda dessa linda menina. Para piorar a situação, a casa recebe visitas inesperadas que causam desconfortos na estabelecida rotina. Agora é que essa turma toda vai se aproveitar da situação para colocar a casa de pernas para o ar. O livro continua com o mesmo humor de sempre. Para a autora, Adotar animais de rua além de nos fazer pessoas felizes, com tal gesto conseguimos ensinar aos nossos amigos, famílias e conhecidos que o amor incondicional independe de rótulos que a sociedade nos impõe, mas é um sentimento absolutamente renovador. É o resgate do amor ao próximo e isso é bem retratado em toda a trilogia da gata Bia”. Aliás, que se diga que a adoção de animais e amor aos mesmo é o tema central de toda essa trilogia.

 
Os primeiros livros da trilogia


Para relembrar, aos mais desavisados, os primeiros livros da autora que compõe a trilogia são “Se Bia falasse...” e “Se Bia pudesse protestar...”, respectivamente, primeiro e segundo livros da saga. No primeiro livro da trilogia, a narradora e também personagem conta ao leitor como foi a confusão com a chegada da gata Bia na vida de sua família. Enquanto a família humana pensava que a gata se tratava de um macho e lhe deram o nome de Léo, o veterinário tratou logo de lhes informar: “ela não só é gata, mas está grávida”. A partir daí, Vitória, relata a trajetória de confusões da trupe felina que ela intitula de “quadrilha”. Já em “Se Bia pudesse protestar”, segundo livro da trilogia, a mãe de Vitória resolve adotar Luli, uma doce cadela abandonada na rua e com sérios problemas de saúde. Os protestos da gata Bia são claros contra essa insana decisão, mas o caminho entre tal novidade e a aceitação de Luli no seio familiar é repleta de humor, amor e muitos protestos. Veja abaixo as fotos dos personagens animais que fizeram parte de todo o trio da obra. Os filhos da gata Bia: Kate, Léo e Tina, e, a irmã caçula e cadela Luli. "Se Bia fosse..." é sem sombra de dúvidas uma boa opção de leitura e presente para se dar a uma criança que precisa aprender o apreço aos animais e ao próximo.

 
Kate e Léo

 

Luli e Tina


16 de julho de 2015

Compliance


O drama americano Compliance ou Obediência (2012) é baseado em fatos verídicos. Dito isso, a história parece surreal e ao mesmo tempo inusitado diante aos fatos e situações apresentadas. Mas o filme prende a atenção da audiência do inicio ao fim. Impecável! Além do bom roteiro, a película é bem dirigida. Na narrativa, Becky (Dreama Wlaker) e Sandra (Ann Dowd) não são as melhores amigas. Sandra é uma gerente de meia-idade num restaurante de fast-food, Becky é uma jovem que trabalha ao balcão e que precisa mesmo do emprego. Num dia agitado, um suposto policial liga para acusar Becky de ter tirado dinheiro da mala de uma cliente, fato que ela nega veementemente. Sandra, dominada pelas suas responsabilidades de gerente, cumpre as ordens dadas para deter Becky. Esta escolha dá inicio a um pesadelo trágico que delimita as fronteiras entre conveniência e prudência, legalidade e razão. Um filme que com certeza vale à pena assistir, pois só de pensarmos que isso é baseado em fatos reais, nos revolta. Confira o trailer!


15 de julho de 2015

MASP expõe dois séculos de história da arte da França

Pierre-Auguste Renoir, A banhista e o cão Grifon - Lise à beira do Sena, 1870.

A partir do dia 17 de julho até 25 de outubro, acontecerá no MASP a mostra Arte da França:de Delacroix a Cézanne. Com curadoria de Adriano Pedrosa, Eugênia Gorini Esmeraldo e Fernando Oliva, a exposição apresenta cerca de 80 trabalhos, incluindo Renoir, Manet, Toulouse-Lautrec, Degas, Monet e Picasso, ao lado de documentos de seu arquivo histórico e fotográfico. A expografia retoma projeto de Lina Bo Bardi da década de 1940. São obras de artistas franceses e estrangeiros, que migraram para a capital francesa, participando da chamada Escola de Paris. Um luxo!

Paul Cézanne, O negro Cipião, 1866-68.

A mostra atravessa quase 200 anos de produção artística na França, dos séculos 18 ao 20, exibindo retratos, paisagens, naturezas-mortas e cenas históricas e do cotidiano de 24 importantes artistas do período. Estão representados pintores de herança neoclássica, como Jean-Auguste-Dominique Ingres (1780-1867), e romântica, como Eugène Delacroix (1798-1863); além de nomes ligados aos movimentos precursores do Modernismo, como o Realismo, de Gustave Courbet (1819-1877); o Impressionismo, de Claude Monet (1840-1927) e Edgar Degas (1834-1917); o Pós-Impressionismo, de Paul Cézanne (1839-1906), Vincent Van Gogh (1853-1890) e Paul Gauguin (1848-1903); o grupo dos Nabis, de Edouard Vuillard (1868-1940); e o Cubismo, de Pablo Picasso (1881-1973).

Pierre-Auguste Renoir, Rosa e azul (As meninas Cahen d´Anvers), 1881.

Como curiosidade um episódio trágico sobre uma das personagens da pintura Rosa e azul (As Meninas Cahen d´Anvers) (1881), de Renoir. Ao visitar uma exposição na Fundação Pierre Gianadda, da qual a obra participava, Jean de Monbrison reconheceu sua tia Elisabeth Cahen d’Anvers, a menina loira, à direita na tela. O visitante emocionou-se com a imagem e escreveu ao diretor da fundação dizendo que era o último membro da família a ter visto ainda em vida Elisabeth Cahen-d’Anvers, filha de avô dele e que ela tinha sido enviada ao campo de concentração Auschwitz, durante a Segunda Guerra Mundial em 1944. Apesar de convertida ao catolicismo, Elisabeth tinha mais de 50 anos e morreu no trem, a caminho do campo de concentração. Obras que retratam a história do mundo e que devem ser vistas com muito primor e sensibilidade. O MASP tem entrada gratuita às terças-feiras, durante o dia todo, e às quintas-feiras, a partir das 17h. Vale à pena conferir a exposição!




14 de julho de 2015

Someone Like You...


A comédia romântica Someone Like You... ou Alguém como você (2001) é leve e tem um roteiro mediano. Nada que surpreenda, nada além do esperado. Inclusive alguns momentos em sua narrativa são tão óbvios que a audiência prevê o desenrolar dos fatos. Na história, Jane Goodale (Ashley Judd) está feliz, pois é a produtora de um talk-show de enorme repercussão e está fortemente envolvida com Ray Brown (Greg Kinnear), o produtor executivo do programa. Roy parece ser o homem certo para Jane, após ela ter tido vários relacionamentos infelizes, pois Ray está emocionalmente disponível e não teme relacionamentos. Após algumas semanas de um feliz namoro, Ray pede que Jane vá morar com ele. Assim Jane comunica que vai entregar o imóvel aonde mora e o casal procura um apartamento, mas gradativamente Ray se distancia e logo diz que quer "dar um tempo". Além de ficar arrasada, Jane terá de entregar seu imóvel em poucos dias e como Eddie Alden (Hugh Jackman), um colega de trabalho, está alugando um quarto ela decide ir morar na casa de Eddie. Desesperada para entender o que aconteceu e superar o trauma causado por Ray, Jane cria a "Teoria da Vaca Velha" para interpretar relações macho-fêmea, comparando o comportamento humano com o bovino. Ela divide esta ideia com Liz (Marisa Tomei), uma amiga, mas os desdobramentos de tal ideia terão conseqüências imprevisíveis. Confira o trailer!

13 de julho de 2015

Mars Needs Moms


A animação americana Mars Needs Moms ou Marte precisa de mães (2011) é repleto de mensagens do bem, contudo, na história algumas ações repetidas em demasia incomoda. A ideia original é boa. Na narrativa, Milo (Seth Green) tem nove anos de idade e só descobre o verdadeiro valor da mãe (Joan Cusack) quando ela é raptada por marcianos que planejam roubar sua sabedoria para beneficiar seus respectivos filhos. O menino não está disposto a entregar os pontos e parte numa aventura épica para salvá-la das mãos do inimigo, nem que para isso tenha que se aliar a uma raça alienígena e uma rebelde marciana, Ki (Elisabeth Harnois). Como curiosidade, a película arrecadou apenas US$ 6,9 milhões em seu fim de semana de estreia. Ou seja, na época foi o 12º pior desempenho na história para um filme lançado em mais de 3 mil salas nos Estados Unidos. Ainda mais que a animação foi lançada no formato 3D em que os ingressos são mais caros. O fracasso comercial fez com que a Disney cancelasse a produção de Yellow Submarine que usaria a mesma técnica de animação através da captura de movimentos. Confira o trailer!



10 de julho de 2015

Robin Hood


Com uma pegada e produção mais moderna, a história da ação Robin Hood (2010) convence e prende a atenção com todos os seus dilemas e conflitos. As boas interpretações de Russell Crowe e Cate Blanchett abrilhantam a trama. O filme também é bem dirigido. Na narrativa, Robin Longstride (Russell Crowe) integra o exército do rei Ricardo Coração de Leão (Danny Huston), que está em plenas cruzadas. Após a morte do rei, ele consegue escapar juntamente com alguns companheiros. Em sua tentativa de fuga eles encontram Sir Robert Loxley (Douglas Hodge), que tinha por missão levar a coroa do rei a Londres. Loxley foi atacado por Godfrey (Mark Strong), um inglês que serve secretamente aos interesses do rei Filipe, da França. À beira da morte, Loxley pede a Robin que entregue a seu pai uma espada tradicional da família. Ele aceita a missão e, vestido como se fosse um cavaleiro real, parte para Londres. Após entregar a coroa ao príncipe João (Oscar Isaac), que é nomeado rei, Robin parte para Nottingham. Lá conhece Sir Walter (Max von Sydow) e Marion (Cate Blanchett), respectivamente pai e esposa de Loxley. Como curiosidade, para responder ao ceticismo do mercado que achava que Russell Crowe estava fora de forma e velho para interpretar o personagem, o ator encarou uma violenta dieta antes das filmagens iniciarem. E não ficou apenas nisso, para entrar no personagem, decidido a dar mais veracidade ao protagonista, ele deixou seu cabelo crescer naturalmente e usou perucas durante as filmagens de Rede de Mentiras (2009) e Intrigas de Estado (2008) para esconder os cabelos compridos. O que de nada adiantou, pois um pouco antes do início das gravações da película, ele resolveu cortá-los.