5 de julho de 2013

Brat

Brat é revigorante pela sua simplicidade, delicioso pela sua rabugice e totalmente verossímil em sua ideia original.


4 de julho de 2013

Robby

O curta-metragem Robby é delicioso, criativo em sua simplicidade e original em sua ideia e execução. O final é recompensador e hilário, vale à pena assistir.


3 de julho de 2013

Welcome to Corporate Corp

Muito bem feito o curta-metragem Welcome to Corporate Corp, aliás, uma critica pra lá de salutar ao volume de trabalho nos dias de hoje. Somos os escravos pagos, diria! Mesmo que você não entenda francês perfeitamente, é compreensível a ideia original. Não reclame do que é ruim, ele pode ficar bem pior. Divirta-se!

  

28 de junho de 2013

Monty Python's Life of Brian

Monty Python's Life of Brian ou A Vida de Brian (1979) tem um humor inteligente e ainda atual. A cada segundo um riso pela simplicidade das cenas, mas profundamente crítica. O roteiro tem uma velocidade boa e empolga o espectador. Uma sátira irreverente sobre a visão de Hollywood em relação aos temas bíblicos e religiosos. Na trama, em 33 D.C. na Judéia, a sociedade sofre com a pobreza e a desordem. Brian Cohen (Graham Chapman) é um candidato a messias que se envolve em uma série de histórias hilárias, tornando-se cada vez mais importante entre todo o grupo. Como curiosidade, é bom que se diga que seis atores interpretaram cerca de 40 personagens diferentes.
 

27 de junho de 2013

Au Revoir Les Enfants

Au Revoir Les Enfants ou Adeus, Meninos (1987) tem uma bela e verossímil história em que não há sentimentalismos forçados, mas emociona. Tem bons conflitos e obstáculos. É amável e provocador. Uma lucidez dos fatos que, realmente, provoca-nos a todo instante. É bem estruturado e tem uma bela fotografia. A trama se passa na França, inverno de 1944. Julien Quentin (Gaspard Manesse) é um garoto de 12 anos que frequenta o colégio St. Jean-de-la-Croix, em grandes dificuldades por conta da 2ª Guerra Mundial. Ele ganha um inimigo com a chegada de Jean Bonnett (Raphael Fejto), um introvertido garoto. Mais tarde Julien descobre que o menino é judeu e os dois se tornam melhores amigos, mas a tragédia chega à escola quando a Gestapo invade o local. Ganhou diversos prêmios no Festival de Veneza, European Film Awards, Bafta e César.
 

26 de junho de 2013

Volver

Volver (2006), de Pedro Almodóvar, tem uma bela construção de personagens e mundo, fortes conflitos com uma sutileza nas pistas e recompensas deixadas no roteiro. A trama é bem feita/ construída e se revela com certa maestria ao espectador. O filme é bem dirigido e tem uma excelente atuação de Penélope Cruz. Na história, Raimunda (Penélope Cruz) é uma jovem mãe, trabalhadora e atraente, que tem um marido desempregado e uma filha adolescente. Como a família enfrenta problemas financeiros, Raimunda acumula vários empregos. Sole (Lola Dueñas), sua irmã mais velha, possui um salão de beleza ilegal e vive sozinha desde que o marido a abandonou para fugir com uma de suas clientes. Um dia Sole liga para Raimunda para lhe contar que Paula (Yohana Cobo), tia delas, havia falecido. Raimunda adorava a tia, mas não pode comparecer ao enterro, pois pouco antes do telefonema da irmã encontrou o marido morto na cozinha, com uma faca enterrada no peito. A filha de Raimunda confessa que matou o pai, que estava bêbado e queria abusar dela sexualmente. A partir de então Raimunda busca meios de salvar a filha, enquanto que Sole viaja sozinha até uma aldeia para o funeral da tia. Como curiosidade, o filme foi escolhido como representante da Espanha para o Oscar de melhor filme estrangeiro e Penélope Cruz foi a primeira espanhola a ser indicada na história do Oscar. Ganhou os prêmios de Melhor diretor, atriz (Penélope), roteiro, fotografia e trilha sonora no European Film Awards; Melhor filme, diretor, atriz (Penélope), atriz coadjuvante (Carmem Maura) e trilha sonora no Goya; Melhor roteiro e atriz (Penélope Cruz, Carman Maura, Lola Dueñas, Blanca Portillo, Yohana Cobo e Chus Lampreave) no Festival de Cannes; e Prêmio FIPRESCI no Festival de San Sebastián.


 

25 de junho de 2013

Ágora

A película Ágora ou Alexandria (2009) tem uma bela trama sob o ponto de vista histórico. O roteiro tem muitas reviravoltas e conflitos crescentes. A bela atuação de Rachel Weisz é notável. Um final surpreendente. Na história, a história de Hipátia, uma filósofa e professora em Alexandria, no Egito entre os anos 355 e 415 da nossa era. Resultante de uma cultura iniciada com Alexandre Magno, passando depois pela dominação romana, Alexandria é agitada por ideais religiosos diversos: o cristianismo, que passou de religião intolerada para religião intolerante, convive com o judaísmo e a cultura greco-romana. Hipátia tem entre seus alunos Orestes, que a ama, sem ser correspondido, e Sinésio, adepto do cristianismo. Seu escravo Davus também a ama, secretamente. Hipátia não deseja casar-se, mas se dedica unicamente ao estudo, à filosofia, matemática, astronomia, e sua principal preocupação, no relato do filme, é com o movimento da terra em torno do sol. Mediante os vários enfrentamentos entre cristãos, judeus e a cultura greco-romana, os cristãos se apoderam, aos poucos, da situação, e enquanto Orestes se torna prefeito e se mantém fiel ao seu amor, o ex-escravo Davus se debate entre a fé cristã e a paixão.