31 de outubro de 2017

Relicário

Foto: Divulgação

Relicário faz seis apresentações na Oficina Cultural Oswald de Andrade a partir do dia 1⁰ de novembro. Com direção de Rhena de Faria, a peça é composta por oito cenas curtas, criadas a partir de estímulos da plateia. As histórias mostram situações cotidianas protagonizadas por diferentes mulheres, como mães, irmãs, filhas, amigas, colegas de trabalho, vizinhas e amantes. A Oficina Cultural Oswald de Andrade fica na Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro. As apresentações ficam até o dia 13 de dezembro, às quartas 20h. Os ingressos são gratuitos com distribuição de ingressos uma hora antes de cada sessão.

30 de outubro de 2017

Fanny


Com cenas belíssimas, a película francesa "Fanny" (2013) nos traz uma bela discussão sobre quem verdadeiramente é o pai, em brilhantes diálogos. Os conflitos crescem sólidos e são bem resolvidos. O filme é estruturado em uma história comum, mas com um dilema verossímil. A fotografia é apaixonante. Na narrativa, Marius começa uma longa viagem abandonando Fanny. Ela descobre que está grávida e se casa com um comerciante que lhe oferece um futuro confortável. Marius retorna para recuperar a sua família, mas Fanny e seu pai vão tentar dissuadi-lo. Confira o trailer!

27 de outubro de 2017

The Young Victoria


A película "The Young Victoria" ou "A jovem rainha Victoria" (2009) nos conta uma linda história em que o amor supera as intrigas e desenlaces de uma realeza. Mostra um personagem mais forte que o aparenta, contudo, sensível e humana, principalmente quando se sente confrontada. A história é bem estruturada e tem bons diálogos e dilemas crescentes e verossímeis. A direção, roteiro, fotografia, direção de arte e figurinos são impecáveis. Na narrativa, dominada por sua mãe possessiva (Miranda Richardson) desde criança, a jovem Vitória (Emily Blunt) se recusa a conceder a ela a regência nos últimos dias de seu tio, William IV (Jim Broadbent). O maior interessado em que isto ocorra é John Conroy (Mark Strong), companheiro da mãe de Vitória, que sabe que perderá poder e prestígio tão logo ela alcance a maioridade e assuma a coroa inglesa. Pouco antes de ser coroada, Vitória se aproxima de Albert (Rupert Friend), príncipe da Bélgica, que se afeiçoa a ela. Após ser coroada ela passa a ser cortejada pelo lorde Melbourne (Paul Bettany), primeiro ministro da época. Dividida entre Melbourne e Albert, Vitória se vê diante de uma crise institucional devido à sua interferência nos assuntos políticos do país. Não à toa, a película ganhou o Oscar de Melhor Figurino. Como curiosidade, os vestidos usados por E,ily Blunt custaram 10 mil libras esterlinas cada. O vestido de Vitória em seu primeiro encontro com o conselho é uma réplica do verdadeiro, atualmente exposto em um museu inglês. Um belo trabalho. Assista o trailer!

26 de outubro de 2017

Concurso para Criação e Escolha da Bandeira do Cimbaju


O Cimbaju (Consórcio Intermunicipal dos Municípios da Bacia do Juquery) lança o Concurso para Criação e Escolha da Bandeira Cimbaju. Podem se inscrever todos os alunos regularmente matriculados na Rede Municipal, Estadual e Privada de Ensino dos municípios que integram o Cimbaju. As inscrições acontecem de 1º a 31 de outubro de 2017. O resultado do concurso será informado no Dia da Bandeira deste ano, 19 de novembro. A bandeira deverá considerar os aspectos culturais, econômicos, históricos, geográficos e ambientais dos municípios de Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha e Mairiporã. O desenho da bandeira do Cimbaju deverá contemplar as cores e aspectos das bandeiras ou brasões dos municípios de Caieiras, Cajamar, Francisco Morato, Franco da Rocha e Mairiporã. Acompanhado do desenho da bandeira, deverá ser apresentado memorial descritivo da elaboração artística. Como paradigma de simbologia e de memorial, apresentam-se as da bandeira nacional e da bandeira do município de Campo Grande. Informações sobre o concurso: Secretaria de Comunicação da Prefeitura do Município de Caieiras. Telefone: (11) 4445-9229.

25 de outubro de 2017

“por+vir”

Foto: Silvia Machado

A Companhia de Danças de Diadema apresenta o espetáculo “por+vir”, nos dias 27 e 28 de outubro, às 20h, no Teatro Clara Nunes, no Centro Cultural Diadema. Em 2015, para comemorar 20 anos de carreira no cenário artístico, a Companhia de Danças de Diadema promoveu um reencontro com importantes coreógrafos que, ao longo de sua trajetória, já haviam criado obras para seu repertório. A partir desse novo encontro com o elenco da Companhia, o espetáculo “por+vir” foi concebido. Assim, nove coreógrafos trouxeram a possibilidade de experimentação de momentos únicos, cada um pela sua ótica sobre a dança contemporânea. As experimentações levaram a um mosaico de movimentos, gerando assim as cenas: Nós de Nós, de Cláudia Palma; Bakú, intervenções entre cenas de Ana Bottosso; Caminhos Traçados, criação coletiva - Pedro Costa e elenco da Cia; .entre pontos., de Fernando Machado; Gárgulas, de Sandro Borelli; Esse Samba é Meu, de Sérgio Rocha, Entremeios, de Mário Nascimento; 1 + Um, de Henrique Rodovalho; e  Novena, de Luís Arrieta. Com a realização deste projeto, a Companhia de Danças de Diadema expressa seu gosto pela versatilidade, pelas múltiplas maneiras de olhar a dança. Por meio dos corpos de seus intérpretes e dos diferentes estilos desenvolvidos pelos coreógrafos, proporciona ao público um múltiplo panorama gestual e sensorial. O Teatro Clara Nunes fica na Rua Graciosa, 300 – Centro - Em Diadema, SP. A entrada é franca.

24 de outubro de 2017

D’arc - Dark

Foto: Silvia Machado

Concebido pelos coreógrafos Dinah Perry e Jorge Garcia, o espetáculo "D’Arc - Dark" estreia no dia 5 de novembro no Espaço Capital 35. A temporada segue até o dia 26 de novembro com sessões sempre aos domingos, às 19h. "D'arc - Dark" é dividido em dois atos sequenciais com 30 minutos de duração cada um. São coreografias distintas que mostram o diferente olhar dos coreógrafos para o mesmo tema, mas que se complementam ao contemplar a mulher de todos os tempos. Tanto D’arc de Dinah Perry quanto Dark de Jorge Garcia tem Joana d’Arc como inspiração: heroína francesa, santa da igreja católica e padroeira da França, ela foi chefe militar na Guerra dos Cem Anos e condenada à execução na fogueira sob a acusação de bruxaria. Dinah traz a Joana D’arc inserida nas questões da mulher contemporânea; já Garcia explora o lirismo e as dores desse arquétipo de mulher. Embora o período medieval seja pano de fundo, o espetáculo tem contexto atemporal. A coreografia de Perry reúne elementos da dança, do teatro e da expressão corporal, amarrados por textos autorais. Em foco o corpo dinâmico em combate, propondo imagens intensas às cenas. Em D’arc, a mulher aparece inserida nas mazelas do mundo atual, questionando as relações humanas ceifadas pelo poder, pela inveja e pela solidão.

A criação de Garcia aborda Joana d’Arc como símbolo do sofrimento das mulheres acusadas de bruxaria na Idade Média. O nome ‘dark’, de escuro, é uma metáfora ao nome da heroína para trazer luz ao escuro da cena e refletir sobre uma cultura que ainda se faz presente. A sensação de ser queimado e a imagem sensorial desta ação trazem para a coreografia Dark o discurso ao qual se propõe. Manipulam-se corpos em cena enquanto o sofrimento e o aprisionamento também são manipulados. Enquanto a música lírica pontua a encenação de Dinah, musicais de Björk aparecem em coro, em forma de lamento, na criação de Garcia. As apresentações acontecem nos dias 5, 12, 19 e 26 de novembro, às 19h. O Espaço Capital 35 fica na Rua Capital Federal, 35 - Perdizes (Metrô Sumaré).

23 de outubro de 2017

Ni un hombre más


A película argentina "Ni un hombre más" ou "Nenhum homem a mais" (2012) é um emaranhado de risos. A comédia é bem escrita e tem humor refinado. Com uma excelente ideia original, há bons diálogos e soluções assertivas para todas as situações levando ao público à hilaridade. A trilha sonora é ótima. Na narrativa, Charly trabalha em um hotel no meio da selva, quando chega um casal, Karla e Ricky, com um cadáver e cem mil dólares. Charly vai querer tirar vantagem da situação, mas não terá nada fácil. Atentem-se às interpretações. Assista ao trailer!