A partir do dia 12 de setembro, o programa Viagem Literária inicia sua circulação pelo interior e litoral paulista. Neste ano, 15 atrações, entre grupos e contadores passarão por 85 cidades e realizarão 170 contações de histórias. A ação, que é gerida pela SP Leituras em parceria com o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB), visa incentivar a produção literária e disseminar o gosto pela leitura. Dirigidos a leitores infantojuvenis e adultos, os encontros deste ano acontecerão em dois horários por dia, sempre em bibliotecas públicas municipais. Cada grupo circulará por cinco cidades, proporcionando uma maior interação entre o público e a literatura de uma forma lúdica e divertida. Entre os convidados estão os grupos Pirlimpimpim, Girasonhos, Núcleo de Conto Amor-Perfeito, Agrupamento Teatral e as Companhias Bisclof, Arte Negus e Malas Portam. Também fazem parte da programação os contadores Ana Luisa Lacombe, Roberto Rocha Pombo, Tininha Calazans, Kiara Terra, Lídia Engelberg, João Acaiabe, Ana Antunes e Tulio Crepaldi e Lilian Marchetti. Lançado em 2008, o Viagem Literária integra o conjunto de ações do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São Paulo (SisEB) e é um dos programas dedicados à valorização das bibliotecas públicas e ao estímulo à leitura. Desde 2012, foram realizados 970 eventos, que contaram com a participação de mais de 108 mil pessoas. Este ano, 28 cidades vão participar do programa pela primeira vez. Para mais informações, acesse este link.
12 de setembro de 2016
9 de setembro de 2016
Pet Sematary
A película Pet Sematary ou O cemitério maldito (1989) tem bons elementos de suspense/ terror, mas algumas situações e circunstâncias não se explicam ou não estão claras o suficientes para sustentar a história. Macabro, bem ao estilo do gênero proposto, a película cumpre sua função. Na narrativa, os Creeds se mudaram para uma nova casa nos arredores de Chicago. A casa é perfeita, exceto por duas coisas: os reboques, que vivem fazendo barulho na estrada, e o misterioso cemitério no bosque atrás da casa. Os vizinhos dos Creeds estão relutantes em falar sobre o cemitério e eles tem um bom motivo para tal comportamento. Gradativamente o casal toma conhecimento da verdade e ficam chocados ao saberem do perigo que seus filhos correm. Quando o gato da família morre atropelado, eles o enterram em um cemitério índio que tem o poder de ressuscitar o que for deixado naquele terreno, mas as conseqüências são inimagináveis. Duas curiosidades: o roteirista do longa, Stephen King, aparece em uma pequena ponta no filme, interpretando o padre na cena do funeral. E a segunda é que a personagem Zelda, irmã de Rachel, foi na verdade interpretada por um homem. O motivo foi que os produtores não conseguiram encontrar uma mulher magra o suficiente para a personagem. Confira o trailer!
8 de setembro de 2016
7 de setembro de 2016
Projeto Gata Bia
A Rede Solidária Você Feliz lançou o Projeto Gata Bia em comemoração aos seus 2 anos de existência. O
Projeto
Gata Bia tem dois objetivos
sociais: incentivar a leitura em crianças de comunidades carentes e tirar os
animais de rua. Ao aderir uma das cotas do Projeto Gata Bia, o doador estará concedendo os livros da trilogia da gata Bia
para bibliotecas públicas carentes e comunitárias, bem como pontos de leituras
de todo o Brasil. Além disso, todos os direitos autorais das aquisições destes
livros doados serão revertidos integralmente para tirar animais abandonados das
ruas. A
trilogia da gata Bia foi escrita pela escritora e roteirista Ana Dantas
e é composta pelos livros: Se Bia falasse...;
Se Bia pudesse protestar...
e Se Bia fosse... Com este projeto, a Rede
Solidária Você Feliz pretende arrecadar fundos para doar livros para, pelo
menos, 500 bibliotecas de todo o Brasil e tirar alguns animais da rua. Contudo,
se arrecadarem menos que o previsto em orçamento, a Rede Solidária Você Feliz
fará o projeto com o que for recebido. Quanto mais eles coletarem em doações,
mais bibliotecas serão beneficiadas e mais animais de rua terão uma casa para
chamar de sua. Para doar pelas
duas causas num único projeto, basta entrar neste link. Assista o vídeo da campanha para saber mais detalhes!
Para maiores informações:
E-mail:
rs.vocefeliz@gmail.com
6 de setembro de 2016
Cineclube Araucária
O Cineclube Araucária, em Campos do Jordão, segue com a proposta de reverenciar as boas produções brasileiras e mundiais da sétima arte. Em setembro, apresenta a força e beleza do cinema francês e a importância do documentário brasileiro. Com exibições gratuitas no Espaço Cultural Dr. Além, as mostras integram o projeto Cineclube Araucária - O Cinema de Volta a Campos do Jordão. Os horários são sempre de quinta a sábado, às 19h30, e aos domingos, às 15h e 18h. O longa Carrossel da Esperança, de Jacques Tati, abre o Panorama do Cinema Francês, no dia 15 de setembro, seguido por Dentro de Casa (16/9), de François Ozon, Retratos da Vida (17/9), de Claude Lelouch, e O Fabuloso Destino de Amélie Poulain (18/9), de Jean-Pierre Jeunet. Todas são obras significativas da filmografia francesa. As crianças também serão brindadas com a animação O Pequeno Príncipe (18/9), de Mark Osborne, clássico da literatura da França. O Panorama do Documentário Brasileiro ocorre entre os dias 22 e 25 de setembro com os respectivos filmes: Nós Que Aqui Estamos Por Vós Esperamos, de Marcelo Masagão, Os Últimos Cangaceiros, de Wolney Oliveira, Últimas Conversas, de Eduardo Coutinho, e O Começo da Vida, de Estela Renner. A sessão infantil (25/9) também segue o perfil da mostra com Território do Brincar, de David Reeks e Renata Meirelles. O projeto Cineclube Araucária – O Cinema de Volta a Campos do Jordão teve início em fevereiro e segue até novembro, promovendo um total 20 mostras de cinema. A cada mês, além das tradicionais mostras temáticas, um país diferente tem a sua filmografia exibida para o público jordanense, entre eles: Brasil, França, Finlândia, Turquia e, os já contemplados, Polônia, Irã, Índia, Argentina, China, Continente Africano e França. Na programação de 2016 constam ainda palestras, oficinas e seminários, visando à formação profissional de novos cineastas, com produção de curtas-metragens que estarão na segunda edição do Festival Curta Campos do Jordão, previsto para dezembro no Espaço Cultural Dr. Além. Prestigiem!
2 de setembro de 2016
Adeus, palhaços mortos
Até o dia 7 fica em cartaz na sala Adoniran Barbosa, no Centro Cultural de São Paulo o espetáculo Adeus, palhaços mortos. Três grandes artistas circenses do passado se reencontram depois de anos afastados para concorrerem a uma vaga de emprego, para a qual só um será escolhido. Nesse dia, suas amizades, vocações e sua mesquinhez serão expostas à última potência, problematizando questões pessoais e criando uma ode ao ofício do ator e à arte como sentido último de suas existências. O espetáculo é gratuito e acontece sextas e sábados, às 21H, e, aos domingos, às 20H. O Centro Cultural fica na rua Vergueiro, 1000. Prestigie o nosso teatro!
1 de setembro de 2016
Lisbela e o prisioneiro
A comédia romântica Lisbela e o prisioneiro (2003) tem excelentes diálogos e direção. Com um roteiro dinâmico, bom ritmo e humor bem brasileiro, a película nos entrega uma boa construção de personagens e uma trilha sonora singular. Além de uma bela adaptação, não tem como deixarmos de notar as assertivas atuações de Débora Falabella, Selton Mello e Marco Nanini. Na narrativa, Lisbela (Débora Falabella) é uma moça que adora ir ao cinema e vive sonhando com os galãs de Hollywood dos filmes que assiste. Leléu (Selton Mello) é um malandro conquistador, que em meio a uma de suas muitas aventuras chega à cidade de Lisbela. Após se conhecerem eles logo se apaixonam, mas há um problema: Lisbela está noiva. Em meio às dúvidas e aos problemas familiares que a nova paixão desperta, há ainda a presença de um matador (Marco Nanini) que está atrás de Leléu, devido a ele ter se envolvido com sua esposa (Virginia Cavendish). Algumas curiosidades sobre a película: este foi o primeiro longa-metragem do diretor Guel Arraes, feito especificamente para o cinema. Antes de levar Lisbela e o prisioneiro aos cinemas, Arraes adaptou o texto de Osman Lins para um especial de 50 minutos exibido pela Rede Globo e ainda uma peça teatral. Este foi o 7º filme mais visto em 2003 nos cinemas brasileiros. Confira o trailer!
Assinar:
Postagens (Atom)






