13 de setembro de 2010
Maravilhas do Brasil
12 de setembro de 2010
Produto Descartável
Produto Descartável é um curta mediano. Uma história comum que pode acontecer em qualquer corredor, elevador ou quarto. Nada de fantástico. Dois vizinhos que se desejam lutam contra os estereótipos que criaram para si mesmos. Uma comédia urbana, repleta de clichês. Clichês até demais, mas proposital. Cada personagem, em sua essência se posiciona como produtos descartáveis.
Prêmios
Prêmio "Curtas Espaço Unibanco de Cinema" no Festival de Curtas de São Paulo 2003
Melhor Atriz no Festival de Gramado 2003
Prêmio Votação Popular Online no Festival de Vitória 2003
Os 10 Mais - Escolha do Público no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2003
Prêmio "Curtas Espaço Unibanco de Cinema" no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2003
Favoritos do Público no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2004
Prêmio Cachaça Cinema Clube no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2004
Festivais
Cine de Las Americas International Film Festival (Texas) 2004
Festival de Belém 2004
Festival de Recife 2004
Festival Mix Brasil 2003
Mostra do Audiovisual Paulista 2004
Brasil no Ar - Festival Internacional da Nova Arte Brasileira 2004
Festival de Cinema Luso-brasileiro de Santa Maria da Feira 2003
Mostra AngraCine 2004
Mostra Motomix de Audiovisual Universitário de São Paulo 2004
11 de setembro de 2010
Histórias de Divã
Imagine pessoas comuns indo a um psicólogo e nós ali ouvindo tudo, seus relatos, seus diálogos, suas histórias, neuroses e correlatos. A partir de casos reais, o psicólogo Gabriel Rolón fala de temas universais, com personagens cativantes, mas mais do que isso, o leitor é conectado pelo coração e se identifica em algum momento com algum dos problemas relatados. Tem de tudo um pouco: uma senhora que sofre pela perda do marido, um padre que quer se conhecer, um advogado com dois diferentes amores, uma jovem que quer experimentar morrer, uma lésbica que quer quebrar o voto de silêncio em sua família... enfim, são oito relatos de vida diferentes, com visões que engrandece e nos faz questionar o nosso próprio ser. Um livro de fácil leitura e que, se vacilar, em um dia você capta tudo com os olhos e todos os outros sentidos possíveis de tão gostoso e interessante que é a mente humana. Muito bom, eu recomendo!10 de setembro de 2010
Nosso Lar

O longa-metragem Nosso Lar (2010) inspirado no livro homônimo de Chico Xavier, ao que tudo indica é a melhor estreia de um filme brasileiro desde o renascimento do cinema nacional nos anos 90. Para terror dos católicos, crentes e macumbeiros, talvez o filão e curiosidade sobre o espiritismo esteja levando tanta gente ao cinema. Religiões à parte, isso simplesmente soa maravilhoso para o cinema nacional, pois cria-se cultura com sotaque brasileiro. Em termos de história, a estrutura está bem construída e tem conflitos. Mas, ainda assim, alguns diálogos são óbvios demais, talvez pelo tom da didática. Efeitos especiais e sonoros, em termos de produção, são como a cereja do bolo, o toque final. Ao despertar no Mundo Espiritual, André Luiz (Renato Prieto) se depara com criaturas assustadoras e sombrias vivendo, juntamente com ele, neste lugar escuro e sombrio: Umbral. Apesar de ter "morrido" ele ainda continua vivo. Mais vivo do que nunca, diria! Sente fome, sede, frio e outras sensações materiais. Após um longo período de sofrimento ele é recolhido dessa zona de sofrimento e levado para a Colônia Espiritual chamada Nosso Lar, daí o nome do filme. A partir disso, o personagem principal conhece a vida após a morte. Algumas cenas do filme são sensíveis e para aqueles que já tiveram algum ente querido morto ou acredita no espiritismo, pode ouvir o fungar de narizes na plateia durante a sessão. Você sai do filme com vontade de repensar a sua vida, mesmo que não acredite na história, na religião ou até mesmo que seja ateu. O mais difícil para André Luiz é a saudade e a imensa vontade de voltar à Terra para visitar e rever parentes próximos. Dirigido e roteirizado por Wagner de Assis, o filme já faturou R$ 6,2 milhões e foi visto por mais de 580 mil pessoas até a presente data. Como curiosidade o filme teve desenhos minuciosos e detalhados do mapa da cidade criados pela médium Heigorina Cunha.
9 de setembro de 2010
Silvia Machete
A carioca Silvia Machete é abusada, ousada e esbanja criatividade, lirismo e bom humor em seu repertório. Em seu segundo disco, Tropical extravaganza, ela consegue reunir pessoas ainda mais extravagantes que ela para compor uma sonoridade pra lá de especial. Morando 12 anos fora do Brasil, Silvia insiste em dizer que no Brasil existe preconceito com seu trabalho por que ela não canta samba, eu tenho que informá-la que isso é uma inverdade. Para boa música sempre há espaço, mesmo que para um público seleto, como é o caso da moiçola. Atentem-se aos shows dela a partir do dia 15 de setembro em São Paulo e Rio de Janeiro. Vale à pena conferir!
8 de setembro de 2010
Bal
Bal (no Brasil chama-se Um doce olhar, 2010) que, em turco, significa mel é um filme com muitos conflitos, apesar de não tão expositivos assim. São conflitos sem falas, sem diálogos, conflitos velados e de muita sensibilidade. O pequeno Yusuf (Bora Altas) vive com os pais numa região remota da Turquia. É claro a relação próxima e de confiança entre o menino e seu pai, Yakup (Erdal Besikcioglu). O pai é apicultor e um dia sai em viagem e não volta mais. O menino começa a descobrir a realidade da vida e talvez aproximar-se de sua mãe, Zehra (Tulin Ozen). O filme com certeza fala da perda da inocência, mas é mais que isso. Tem momentos visuais lindos e o silêncio e os olhares dizem tudo, não precisa de diálogos. O filme é humano. Escrito e dirigido pelo turco Semih Kaplanoglu, Um doce olhar ganhou o Urso de Ouro no Festival de Berlim, em fevereiro passado. Como curiosidade, os outros dois longas do mesmo diretor são Yumurta (“Ovo”), de 2007, e Süt, (“Leite”), de 2008 – ambos inéditos em circuito comercial brasileiro, mas exibidos em festivais, como a Mostra Internacional de São Paulo. Os três fazem parte de uma trilogia que retrata uma fase na vida de um mesmo personagem, Yusuf. Isso não significa que sejam, necessariamente, a mesma pessoa e, por isso, cada filme pode ser visto de forma independente. Genial! As ações e reações de seus personagens já falam por si, são essenciais. Mostra-se um belo roteiro. E Bora Altas, em sua atuação, é um menino encantador e comove. O filme é lindíssimo, vale à pena correr nos cinemas e assistí-lo.
7 de setembro de 2010
Estertor
Neste vídeo experimental tem de tudo um pouco: umbanda, humor e suspense. Eles se misturam para compor uma ficção excêntrica e de genuíno caráter brasileiro. Horácio, um homem aposentado que mora na periferia de São Paulo, conta sua saga para resolver problemas de tabagismo e crise conjugal. E daí, então, começa uma fantástica história de um homem sem pulmão. Interessante!
Prêmios
Melhor Roteiro no Casperito 2006
Melhor vídeo no Casperito 2006
Prêmio Cachaça Cinema Clube no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2006
Melhor vídeo no Mostra de Audiovisual Cásper Libero 2006
Melhor Edição no Mostra Londrina de Cinema 2006
Destaque em Contribuição Técnica no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2006
Festivais
Festival Aruanda do Audiovisual Universitário 2006
Mostra do Audiovisual Paulista 2006
Vitória Cine Vídeo 2006
Festival de Cinema Luso-Brasileiro 2006
Prêmios
Melhor Roteiro no Casperito 2006
Melhor vídeo no Casperito 2006
Prêmio Cachaça Cinema Clube no Festival Internacional de Curtas de São Paulo 2006
Melhor vídeo no Mostra de Audiovisual Cásper Libero 2006
Melhor Edição no Mostra Londrina de Cinema 2006
Destaque em Contribuição Técnica no Festival Brasileiro de Cinema Universitário 2006
Festivais
Festival Aruanda do Audiovisual Universitário 2006
Mostra do Audiovisual Paulista 2006
Vitória Cine Vídeo 2006
Festival de Cinema Luso-Brasileiro 2006
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