5 de agosto de 2010

Onde Andará Petrucio Felker?

Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência. Este curta é hilário e tem um humor negro fora do comum, mas retrata fielmente o ambiente cultural proposto de uma conturbada trajetória do artista plástico performático Petrucio Felker que é traçada através de diversos depoimentos. Acha que todo artista plástico contemporâneo é picareta? Que é isso... Então você não conhece a obra de Petrúcio Felker!! Ouça a opinião de Paulo César Pereio! Demais...



Prêmios
2º Melhor Curta no Anima Mundi 2002
Melhor Curta pela ABD-PE no Festival de Recife 2002
Melhor Montagem em Animação no Festival de Recife 2002
Torta na Cara de Bronze na categoria Animação no Funny Comedy Film Festival 2002
Melhor Curta no Mostra de Cinema de Tiradentes 2002
Melhor Animação no Vitória Cine Vídeo 2001
Prêmio Aquisição do MinC no Vitória Cine Vídeo 2001
Melhor Animação no Festival de Curitiba 2002

4 de agosto de 2010

A Ilha

Uma ilha tem muitos sentidos de fala, escrita e vivência. Que digam os poetas! Mas numa animação, um rapaz preso numa ilha pode significar ação, mistério e muito tchá-tchá-tchá. Quer apostar? Magnífico, um humor fora do comum, divertido e curioso este curta, mas, acima de tudo: verdadeiro.



Prêmios
Melhor Curta no Brazilian Film Festival of Vancouver 2009
Melhor Curta Digital no Cine PE 2009
Prêmio Especial da Crítica no Cine PE 2009
Melhor Animação em Vídeo no FAM - Florianópolis 2009
Grande Prêmio Festival do Júri Popular no Festival do Juri Popular 2010
Melhor Filme no Festival do Juri Popular 2010
Prêmio Aquisição Porta Curtas no Festival do Juri Popular 2010

Festivais
Anima Mundi 2009
Cine Ceará 2009
CineSul 2009
Curta-se - Festival Luso-Brasileiro de Curtas Metragens de Sergipe 2009
Festival de Cinema de Maringá 2009
Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis 2009
Festival Cinema com Farinha - Festival Audiovisual do Sertão Paraibano 2009
Mosca - Mostra audiovisual de Cambuquira 2009
CinePel - Festival Internacional de Cinema da Cidade de Pelotas 2009
Mostra SESC Cariri de Cultura 2009

3 de agosto de 2010

Rua das Tulipas

Um grande inventor acostumado a criar soluções para todo os moradores de sua rua, a Rua das Tulipas, após ver a felicidade de todos seus vizinhos descobre que ainda faltava a sua própria felicidade... É uma animação com o final aberto e muita imaginação. Bonito e melancólico!




Prêmios
Melhor vídeo no Curta-se - Festival Luso-Brasileiro de Curtas Metragens de Sergipe 2008
Melhor Vídeo de Animação no Curta-se - Festival Luso-Brasileiro de Curtas Metragens de Sergipe 2008
Prêmio Especial no Curta-se - Festival Luso-Brasileiro de Curtas Metragens de Sergipe 2008
Melhor Trilha Sonora Original no Festival Guarnicê de Cinema do Maranhão 2008
Best Student Short no Stoke Your Fires Festival of Animation 2008
Melhor Animação no Mosca - Mostra audiovisual de Cambuquira 2008

Festivais
Anima Mundi 2008
CineSul 2008
Festival Cinematográfico Internacional El Ojo Cojo 2008
Festival Internacional de Cine en Guadalajara 2008
Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis 2008
Sapporo Short Fest 2008
Cinemaissí - Festival de Cine Latinoamericano y Caribeño 2008
Curta Cabo Frio 2008
Festival de Cinema de Campo Grande 2008
SIGGRAPH 2008

2 de agosto de 2010

Orquestra dos Meninos


Orquestra dos Meninos (2007) é um grande filme, mas não é perfeito. O roteiro é na medida, mas atuações deixam a desejar. A direção foi boa, mas nada de anormal. Cortes secos na edição estragaram o que seria algo orgânico, inacreditável. Mas é um filme que vale à pena ver, com certeza. Em Pernambuco, Mozart Vieira (Murilo Rosa, diga-se numa grande atuação) é um jovem que decide ensinar música para crianças e adolescentes que trabalham no campo. Com esta pequena revolução, ele incomoda a ira dos poderosos locais, que tinham nas crianças sua farta e barata mão-de-obra. Assim, em janeiro de 1995, um jovem músico de 13 anos, integrante da Orquestra Sinfônica do Agreste da pequena cidade de São Caetano, a 150 km de Recife, é sequestrado. Os policiais acreditam que o responsável é o criador da orquestra. Os fatos são baseados em história real, o que dá veracidade a cada etapa, a cada cena, a cada diálogo. Um filme interessante!

1 de agosto de 2010

Divã

Depois de umas pequenas férias regadas a muito cinema nacional (mais do que óbvio para quem nos últimos tempos estava cansada de assistir cinema norte-americano), estou de volta com muitas novidades na área cultural. Para começar, vamos de Divã. é horrível quando você tem expectativa de um filme e se frustra ao assistí-lo. Então, a melhor dica é: por mais que as pessoas falem bem de um filme, segura a ansiedade e vá assistí-lo como um outro filme qualquer. Daí, você consegue ser imparcial e menos influenciável. Mas não vou mentir, quando entrei de férias a sede ao pote era maior e, então, fui assistir Divã. O que achei? Um roteiro com muita obviedade. Obviedade que talvez nem os profissionais se deram conta. Será que eles não viram isso ou foi proposital? Se proposital, me expliquem, pelo amor de Deus, qual a justificativa, pois até agora não entendi, tô me sentindo burra... Numa das cenas de Voice Over*, Mercedes (Lilia Cabral) além de dizer que era professora de matemática, expõe-se lendo um livro em que a capa está escrito "Matemática". Qual o objetivo de tanta redundância? Será que eles estavam pensando que a audiência não era inteligente o suficiente para perceber isso? Em outra ponta, Mercedes encontra Theo (Reinaldo Gianecchini), irmão de sua aluna, que atende o interfone e desce para dizê-la que a irmã está doente. Será que o personagem não podia dizer isso pelo interfone mesmo? Ou o roteirista ficou com preguiça de criar uma outra solução para o encontro? Esta cena, definitivamente, não foi orgânica. Contudo, o filme não é de todo ruim. A idéia central do filme é maravilhosa e, talvez por isso e pelos atores globais escolhidos tenham tido um certo sucesso. Mas, enfim, vale à pena ver como curiosidade do que está sendo produzido pelo cinema brasileiro. É isso!

* Voice Over: o personagem explicita seus sentimentos através da fala, que, diga-se de passagem, justifica neste filme, mas trata-se de muitas vezes uma ferramenta fraca quando faz com que a audiência não questione os gestos e ações conflituais existentes em cada cena. Gestos e ações são muito mais visuais, muito mais cinema e também muito mais incompreensíveis, pois depende da vivência de cada telespectador.

2 de julho de 2010

Veredict



Veredict (no Brasil, chama-se O Veredicto) é um filme mediano, pelo título, o espectador espera bem mais. Sem grandes cenas do tribunal, tem sua estrutura clara e o final adequado, mas longe de ser um grande roteiro. Um advogado alcoólatra e decadente (Paul Newman) vê a chance de recuperar a sua auto-estima quando lhe é dado um caso sobre um erro médico. Após oferecerem uma quantia razoável de dinheiro para se chegar a um acordo e o caso não ir a julgamento, ele não concorda e decide enfrentar um poderoso grupo. O grupo é defendido por um renomado e ardiloso advogado. Então, um conflito maravilhoso. Uma boa idéia.